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Somos uma Igreja que tem a visão de evangelizar as crianças numa linguagem própria para elas com o auxílio de técnicas exclusivamente infantis.

sábado, 29 de novembro de 2008

O PODER DA ASSOCIAÇÃO COM CRIANÇAS




Por Rodrigo Fioravanti Pasquetti *



No dia 21 de novembro, uma quinta feira, fomos convocados, eu e minha noiva Paula, pela nossa Líder, a irmã Cláudia, para comparecer ao Verbinho. Estaríamos assim voltando a cumprir nossa adiada obrigação (que não fora cumprida por motivos justificados) de estar durante a semana na Superigreja. Não sabia o que o Senhor preparava para mim.
Nesta noite abençoada, depois de uma oração poderosa eu acabei ficando em uma salinha cheia de brinquedos e passatempos em companhia de algumas crianças. Umas optaram pelos brinquedos, as mais novinhas, outras optaram pelos passatempos e as um pouco mais velhas se divertiram com brincadeiras (promovidas por Paula) e, posteriormente com conversas comigo.
Nesta noite percebi como a questão da associação, mesmo na infância, tem uma força poderosa.
Quando chegamos a certa idade escolhemos com facilidade aqueles que se parecem conosco, que possuem traços similares, objetivos e metas, pessoas de bons princípios e de caráter. Se formos realmente inteligentes, buscaremos andar com pessoas sábias para que assim venhamos a cumprir a palavra do Senhor que está na primeira parte de Provérbios 13:20: “O que anda com os sábios ficará sábio, mas o companheiro dos tolos será destruído.”(grifo meu).
Contudo, coloquei propositalmente o provérbio todo, pois, interessantemente, este fala de associação, e este o trata dos dois sentidos, tanto para o bem como para o mal.
A bíblia nos fala sobre diversas associações tanto no antigo testamento como no novo, entretanto, não consigo ver maior transformação entre as sofridas pelos homens que se associaram verdadeiramente com Jesus. O mais belo de tudo isso é que esse tipo de associação ocorre até hoje, aliás, ocorreu até comigo!
Sim, mas onde entra minha experiência com as crianças naquela quinta feira à noite?
Nessa noite eu não haveria de obrigatoriamente ministrar nada, ensinar nada, nem falar sobre nenhum personagem bíblico nem entretê-las em nenhuma música... Não havia uma determinação específica, nenhuma orientação para esta noite, portanto, deixamos acontecer...
Nessa atmosfera livre e descontraída pude conversar com os mais velhos e resolver pequenos conflitos entre os mais novos. Entretanto, mesmo com uma observação descompromissada e sutil deste cenário pude, entre as saídas e entradas da sala perceber que muita coisa se alterava.
Enquanto estava com eles os mais novos permaneciam mansos em suas brincadeiras coletivas e os mais velhos se aproximavam de mim a conversar sobre os diversos assuntos que rodeiam suas vidas (e eu tentando sempre encaixar Jesus nos assuntos). Contudo, bastava eu sair da sala que os mais novos se agitavam, gerando por vezes conflitos e os mais velhos se tornavam entediados e irritadiços para saírem dali. Sei que existem dezenas de motivos na psicologia para tal transição, sei que isso também não ocorre somente comigo, contudo eu creio em uma coisa:
Que a nossa simples presença realmente pode modificar o cenário, a situação. Muitas vezes achamos que de nada adiantará somente estarmos na presença de crianças, mas tanto fisicamente como espiritualmente possuímos um peso que pende para uma direção específica. A direção do amor de Deus.
Se somos homens e mulheres de Deus que buscam o melhor para essas crianças devemos ter a certeza de que fazemos parte de uma força tendenciosa para uma santa transformação na vida delas e essa força é o próprio Deus em nós. E isso também interessa a Ele!
Sou muito grato a Deus pela doce forma em que Ele ministra os Seus fundamentos à minha vida pelas atitudes das crianças, e pela escolha da minha vida para direcionar as crianças desta igreja em Seus caminhos.
Crianças são excelentes imitadores, pois buscam as bases de suas vidas nas vidas de suas autoridades. Nossa simples presença e atitudes podem ser muito mais efetivas às vezes do que uma hora de escola dominical, basta que realmente vivamos o Evangelho e que tenhamos um coração disponível.
Também somos autoridades nas vidas destes pequeninos, devemos estar sensíveis a esta questão e a todas as responsabilidades que estão ligadas a isso.
É muito bom estar numa equipe de sucesso material e espiritual e de olhar tão visionário! Sou grato à Deus pela vida de cada um!
Amo a todos vocês!
* Mestre do Verbinho Aracaju

Um comentário:

VERBINHO - MINISTÉRIO DE CRIANÇAS disse...

Parabéns Rodrigo pelas palavras que você usou, todos os mestres do verbinho precisam se envolver de coração nessa obra.
Igreja pra crianças é uma novidade, mas está nmo coração de Deus e nós de Aracaju acreditamos nessa obra com crianças.